• Corrida atrás da armadura de ouro e Restauração das Armaduras (Shiryu)
• A Origem da Ilha da Rainha da Morte
• Os Cavaleiros negros e O Cavaleiro do Diabo
• Os Cavaleiros negros comandados por Ikki
Os Cavaleiros Negros foram os primeiros inimigos que lutaram contra Seiya e os outros Cavaleiros de Bronze sob o comando de Ikki de Fênix. Contando com um exército de “clones” de Fênix e 4 cavaleiros mais poderosos que eram cópias negras de Pegasus, Dragão, Cisne e Andrômeda. Mas de onde vieram esses Cavaleiros Negros? Porque eles estavam na Ilha da Rainha da Morte?
A ORIGEM DA ILHA DA RAINHA DA MORTE
Para contar quem são os Cavaleiros Negros temos que voltar na história de Cavaleiros do Zodíaco. As armaduras dos Cavaleiros do Zodíaco foram criadas no Continente de Mu, o qual foi destruído numa Guerra Santa entre os Cavaleiros de Atena e os marinas de Poseidon. A Ilha da Rainha da Morte ficou sendo um pedaço desse continente lendário que sobrou perto da Oceania
Alguns ferreiros que ajudaram a criar as armaduras do zodíaco, fugiram para essa Ilha e começaram a criar as armaduras negras a partir do original das armaduras de bronze, por serem as mais simples e fáceis de replicar, sendo que a de Fênix foi copiada várias vezes, por ser a mais poderosa da classe de bronze.
A ORIGEM DOS CAVALEIROS NEGROS E DO CAVALEIRO DO DIABO
Anos mais tarde, a Ilha foi descoberta pelo Santuário, no entanto, nenhum Cavaleiro quis usar as armaduras negras, porém os aspirantes derrotados e renegados, fugiram para a Ilha da Rainha da Morte para utilizar as armaduras para seu próprio benefício. A cada geração é enviado um guardião à Ilha que usa uma máscara com um selo de Atena que não permite a saída dos Cavaleiros Negros da Ilha, sendo chamado de Cavaleiro do Diabo.
Na geração de Seiya, o Cavaleiro do Diabo era Guilty, o mestre de Ikki de Fênix. Guilty (do inglês “culpado”), no anime, era pai de Esmeralda, e de acordo com ela, era um homem bondoso que se tornou mal após voltar do Santuário. Isso pode significar que Guilty foi acertado pelo Satã Imperial de Saga, no entanto ele não voltou ao normal após matar Esmeralda, o que contradiz essa possibilidade. Quando Ikki de Fênix mata Guilty, o selo é quebrado e ele se torna líder dos Cavaleiros Negros.
OS CAVALEIROS NEGROS COMANDADOS POR IKKI
Haviam inúmeros Fênix Negros, que também eram chamados de Sombras por Ikki, sendo soldados rasos. E haviam os Cavaleiros do Apocalipse que eram os mais poderosos: Pegasus Negro, Cisne Negro, Andrômeda Negro e Dragão Negro. No mangá, na verdade existem dois Dragões Negros.
Interessante notar que no mangá, Ikki é obrigado a enfrentar todos os quatro Cavaleiros do Apocalipse e derrotar Jango antes de conseguir definitivamente a armadura de Bronze de Fênix. No anime, Ikki enfrenta Jango na Saga de Prata, onde o renegado junta os Cavaleiros Negros sobreviventes e um Cavaleiro de Fênix ainda mais poderoso que os quatro Cavaleiros do Apocalipse.
ALGUMAS CURIOSIDADES:
• Esmeralda só é filha de Guilty no anime. No mangá, ela é escrava de um morador da Ilha.
• Os Cavaleiros do Apocalipse tem nomes Kenuma de Pegaso Negro, Jido de Cisne Negro e Shinadekuro Dragão Negro e Fukuryu de Dragão Negro, que não aparece no anime, Ritahoa de Fênix Negro.
• Meteoro Negro, Onda Explosivas (Golpe do Dragão Negro), Nevasca das Trevas e Corrente Negra são os nomes das técnicas dos quatro Cavaleiros Negros.
• Junto de Jango, apresentam-se também mais três Cavaleiros Negros com armaduras que lembram armaduras de prata e que juntos lançam o golpe Garra das Trevas em velocidade mach 2.
• Com dois Dragões Negros, a batalha com Shiryu fica ainda mais acirrada e por isso o Dragão quase perde a vida.
• No anime, Cisne Negro envia o símbolo do Cisne para Ikki. No mangá, ele envia seu olho.
LISTA DOS EPISÓDIOS
Ikki acabou vestindo a Armadura de Sagitário, mas Seiya chegou para acabar com seu plano!
Episódio 8: “À procura da Armadura de Ouro”
“Taose! Ankoku Fenikkusu Gundan”
Data original da estreia: 6 de dezembro de 1986; no Brasil: 12 de setembro de 1994
Hyoga, Seiya, Shiryu e Shun partem atrás dos Cavaleiros Negros, que fogem com as partes das Armadura de Ouro pelas ruas de Tóquio. A fundação manda um helicóptero para ajudar nas buscas, mas Ikki o derruba com apenas um golpe. Hyoga, que foi na frente, deixa um rastro de neve, para ajudar Shun e os demais a encontrar o caminho. Os quatro cavaleiros se reúnem e as corrente de Andrômeda detecta a presença do inimigo na direção do porto, mesmo local onde Ikki partiu para a Ilha da Rainha da Morte, há seis anos. Ikki está escondido num galpão, no cais, e está em posse da Armadura de Ouro. Ikki veste a Armadura de Ouro, mas é por pouco tempo, pois Seiya invade o armazém a tempo de impedi-lo com um golpe que arremessa Fênix para longe, ao mesmo tempo que retira a armadura dourada de seu corpo. Ikki ordena às suas sombras que levem a armadura e parte para cima de Seiya. Shun tenta falar com Ikki, mas Fênix lhe vira as costas.
Shiryu sabe uma forma de tentar restaurar as Armaduras de Pégaso e Dragão!
Hyoga encurrala um dos Cavaleiros Negros numa estação de trem, derrotando-o com seu Pó de Diamante e recuperando o braço esquerdo. Shiryu e Shun encurralam mais dois Cavaleiros Negros, no cais do porto. Após derrotá-los, Shun recupera a perna esquerda, ao passo que Shiryu consegue o braço direito. Seiya encontra um cavaleiro negro no estacionamento e lhe toma a perna direita. Antes de morrer, o cavaleiro negro revela que Ikki é apoiado pelos quatro Cavaleiros Negros mais poderosos, os chamados “Veteranos” e que os Cavaleiros de Bronze não têm nenhuma chance contra eles. Longe dali, num penhasco, os Cavaleiros Negros sobreviventes se reúnem com Ikki e reportam a perda de quatro partes da Armadura de Ouro. Eles entregam a Ikki a máscara, as ombreiras, o peito, o corpo e a cintura. Em sua mansão, Saori lamenta as atitudes do cavaleiro de Fênix. De volta ao porto, os quatro Cavaleiros de Bronze se reúnem e concluem que o resultado teria sido diferente se Seiya e Shiryu tivessem usado suas armaduras, as quais estão inutilizadas desde a batalha entre ambos, no Torneio Galáctico. Shiryu lembra que seu mestre lhe dissera certa vez ser possível restaurar as armaduras danificadas permanentemente, como era o caso das armaduras de Pégaso e do Dragão, e parte para um lugar chamado Jamiel a fim de consertá-las..
Os Cavaleiros Negros surgem para enfrentar os Cavaleiros de Bronze!
Episódio 9: “Os Cavaleiros do Apocalipse”“Kyouteki! Ankoku Shiten’nou Arawaru”
Data original da estreia: 13 de dezembro de 1986; no Brasil: 13 de setembro de 1994
A imprensa internacional dá ampla divulgação ao roubo da Armadura de Ouro por um dos competidores, bem como à interrupção do torneio em plena semifinal. Saori Kido e Tatsumi dão entrevista coletiva e tentam explicar a situação, assim como as providencias que serão tomadas com o propósito de recuperar as partes faltantes. Antes de encerrar a entrevista, Saori explica o ideal de seu avô, que não era o de promover um combate voltado apenas para a batalha em si, mas sim o de promover o espírito de nobreza e a coragem, valores esquecidos pela sociedade. Seiya interrompe a entrevista e entra na sala onde ela acontecia, acompanhado de um cão policial chamado Hayate, o melhor cão farejador da polícia de Tóquio. Com autorização de Saori, o cão inicia os trabalhos e dispara na direção de uma floresta. Perto dali, Shun se pergunta sobre o motivo de seu irmão tê-lo atacado. Shun chega até uma árvore e a reconhece como um local em que Ikki treinava na infância, sendo que as marcas dos socos permanecem registradas até hoje. Neste instante surge uma nova marca na árvore, uma cruz do norte: um típico sinal do cavaleiro da constelação do Cisne. O ambiente é envolto por uma névoa fria. A árvore é partida ao meio e, ao fundo, Shun ouve a voz de Hyoga, que surge vestindo uma armadura negra. O Cisne ataca Shun, que não consegue se defender, pois sua corrente foi congelada. O cavaleiro então revela não ser Hyoga, mas sim o cavaleiro de Cisne Negro, um dos aliados de Fênix. Cisne Negro se prepara para desferir o golpe fatal contra Shun, quando sente seu braço direito congelar: quem fez isso foi Hyoga, o verdadeiro Cisne, que apareceu para socorrer Andrômeda.
Ikki lidera os Cavaleiros Negros com o intuito de roubar as partes da Armadura de Ouro de Sagitário!
Com seu poder, Hyoga transforma a neve negra que envolve o local em neve branca e desafia o Cisne Negro para decidir quem merece ostentar a verdadeira cruz do norte. Seiya e Hayate chegam ao local da batalha. O cavaleiro de Pégaso se dispõe a ajudar Hyoga na luta, o que é prontamente rejeitado pelo Cisne, que entende que a batalha é somente dele. Cisne Negro ataca com sua Tempestade Negra de Gelo e pensa ter congelado o Cisne Branco. Porém, apenas a camada exterior da pele de Hyoga foi congelada. Após se livrar do golpe de congelamento do Cisne Negro, Hyoga contra-ataca com seu Pó de Diamante, tendo êxito em congelar a perna direita do Cisne Negro. A luta, porém, é interrompida por correntes negras, que atacam Hyoga de surpresa. Surgem Andrômeda Negro, Pégaso Negro e Dragão Negro, que desdenham da demora da batalha de Cisne Negro. Os quatro se apresentam como os Cavaleiros do Apocalipse, ou Os Veteranos, e desaparecem nas densas brumas. Hyoga percebe que não venceu a batalha, já que foi contra golpeado e teve seu braço direito congelado pelo adversário. Seiya conclui que os dois lados se equivalem em poder, sendo difícil dizer quem irá vencer. Longe dali, Saori ativa o planetário localizado em sua mansão e relembra dos momentos felizes que passou com seu saudoso avô, de seus ensinamento sobre as estrelas e de como elas guiam nossas vidas. Ela implora para que seu falecido avô a ajude a descobrir o paradeiro da Armadura de Ouro e, surpreendentemente, é atendida. Uma rajada de luz preenche o local e Mitsumasa Kido surge, sentado na cadeira a frente. O Sr. Kido lembra que, antes de morrer, já alertara sua neta sobre a possibilidade de interrupção da Guerra Galáctica por forças ocultas que poderiam tentar usar o poder da armadura de ouro e que Ikki era apenas a ponta do iceberg diante das ameaças que surgirão. Ele sugere que Saori una os cavaleiros com o propósito de combater essas forças. Saori lamenta não conseguir exercer esse controle sobre os Cavaleiros de Bronze, já que não se dá bem com eles. Mitsumasa tranquiliza Saori e diz que até Deusa Atena, notadamente orgulhosa, sabia agir com doçura e impor naturalmente sua liderança sobre os cavaleiros em eras mitológicas. Mitsumasa se despede e desaparece, para desespero de Saori, que ainda tinha muitas perguntas para fazer a seu avô. Num penhasco de uma praia, Ikki reúne os Quatro Cavaleiros do Apocalipse e entrega a cada um, uma das nove partes da armadura de ouro. Assim, o Pégaso Negro fica responsável por guardar a cintura. O Dragão Negro fica com o peitoral. Cisne Negro fica com as ombreiras e Andrômeda Negro com a parte que protege o corpo. Ikki detém a máscara, totalizando cinco partes em seu poder. Ikki os adverte que sua missão não é apenas proteger as cinco partes, mas sim recuperar as
outras quatro partes e também destruir os Cavaleiros de Bronze. Missão a qual eles acatam e prometem cumprir fielmente.
Shiryu chega Jamiel com o intuito de restaurar as Armaduras de Pégaso e Dragão!
Episódio 10: “O Túmulo das Armaduras Sagradas”
“Ayaushi Shiryu! Kurosu no Hakaba”
Data original da estreia: 20 de dezembro de 1986; no Brasil: 14 de setembro de 1994
Em seu quarto no cais do porto, Seiya recebe uma visita inesperada: é Saori Kido, a herdeira de Mitsumasa Kido e controladora da Fundação Graad. Saori revela a Seiya uma carta entregue em sua mansão. Trata-se de um desafio de Fênix aos Cavaleiros de Bronze, pelo qual ele sugere encontrá-los, em uma semana, no Vale da Morte, um local próximo ao Monte Tateyama, na cordilheira do Monte Fuji, de modo que poderiam batalhar pela posse da armadura de ouro. Saori fala da necessidade do retorno imediato de Shiryu com as armaduras do Pégaso e do Dragão, devidamente restauradas, fato que irrita Seiya, dado o modo arrogante como ela se expressa e de supostamente ela estar apenas preocupada com a recuperação da armadura de ouro. Contudo, para a surpresa de Seiya, Saori se diz preocupada mesmo é com a segurança do cavaleiro de Pégaso, eis que seria muito perigoso para ele lutar desprotegido, isto é, sem a sua armadura. Logo a seguir, Saori parte da casa de Seiya, que uma vez sozinho reflete sobre a conversa que teve a pouco e percebe uma sutil mudança de comportamento da outrora arrogante e mimada neta de Mitsumasa Kido. Shiryu finalmente chega até os Cinco Picos Antigos, na China e fica feliz ao reencontrar seu mestre e constatar que ele está bem. A doença do velho ancião não passou de um teste dado pelo mestre a seu discípulo com o objetivo de observar sua reação dentro de em um estado emocional adverso. O resultado foi insatisfatório, na medida em que Shiryu se
deixou levar pelos sentimentos e isto o atrapalhou no combate e quase lhe custou a vida. Shiryu pede ao seu mestre que lhe diga onde ele poderia levar as armaduras de bronze para serem restauradas. O mestre ancião o aconselha a desistir da ideia, eis que o local é muito perigoso. Contudo Shiryu precisa cumprir a missão. O mestre então resolve testar Shiryu, para saber se ele está apto a ir até Jamiel e encontrar-se com um homem chamado Mu. Shiryu passa no teste e o mestre permite sua partida. Passados três dias, Shiryu chega até Jamiel, uma região na cordilheira do Himalaia, próxima à fronteira entre a China e a Índia, com uma altitude média de 6.000 m. O ar em Jamiel é tão rarefeito que, mesmo para os tibetanos, a escalada é considerada muito perigosa. Shiryu chega até um ponto tomado por uma névoa espessa e com um golpe no ar ele dissipa a bruma e descobre que o local é tomado por esqueletos de cavaleiros mortos, conforme avisado por seu mestre: trata-se do Túmulo das Armaduras Sagradas. Os fantasmas do lugar passam a falar com Shiryu e advertem para que o Dragão vá embora, caso contrário ali também seria o seu túmulo. As cabeças dos esqueletos se unem aos seus corpos e ameaçam a vida do cavaleiro de Dragão.
Shiryu se sacrifica para recuperar as armaduras, principalmente a de Pégaso!
Shiryu ataca os esqueletos, que vestem armaduras, e vai destruindo um a um. O líder do bando, todavia, o desafia a suportar o ar rarefeito, o qual não faz efeito sobre os esqueletos e convida o cavaleiro de Dragão a se unir aos espíritos dos que se foram. Shiryu recusa o convite e diz necessitar retornar aos seus amigos. Os esqueletos se organizam numa formação em fila e atacam. Shiryu relembra dos ensinamentos de seu mestre ao aplicar-lhe o teste e percebe que deve atacar os inimigos ao mesmo tempo em que avança sobre o território inimigo. Ele dispara seu golpe Cólera do Dragão e vence todos os seus adversários. A névoa que envolvia o local se dissipa e Shiryu nota estar num estreito corredor que forma um precipício, enquanto os cavaleiros mortos que enfrentara a pouco encontram-se espetados em estacas crescidas a partir do chão e logo percebe o quão valiosos foram os conselhos
de seu mestre. Shiryu continua subindo a montanha e ao chegar ao seu topo, encontra o Castelo de Mu, uma construção sem portas nem entradas. Shiryu é recepcionado com uma chuva de pedras que o esmagam. No topo do castelo está uma criança, com poderes paranormais que desdenha do fato de ele ter conseguido passar pelo Túmulo das Armaduras Sagradas e chegado ao templo. Shiryu se levanta e reclama da forma em que foi recebido. O jovem, usando telecinése, ameaça jogar outra pedra, mas Shiryu quebra a rocha, que despedaça e cai sobre a cabeça do menino. O menino desafia Shiryu a subir até o topo do castelo, já que este não possui entradas. Shiryu ataca o castelo e derruba o primeiro andar com um único golpe, forçando a queda do garoto. Pensando que se tratava de Mu, Shiryu pede a seu interlocutor que conserte as armaduras, o que é prontamente recusado pelo garoto que afirma não ser Mu. Na verdade Mu está ao lado de Shiryu, neste exato momento, só que invisível. Aliás, ele esteve o tempo todo ao seu lado, sem que ele se desse conta. Mu revela-se para Shiryu e pergunta em que pode ajudar. Shiryu renova o pedido de conserto das armaduras, mas Mu recusa o pedido, alegando que as armaduras já estão mortas e restaura o castelo para sua posição original, usando apenas os poderes de sua mente. Shiryu implora para que Mu tente restaurar as armaduras, o qual responde haver apenas uma única chance para que isto ocorra e que ela depende da doação de uma significante quantidade de sangue de um cavaleiro. É uma hipótese muito arriscada, já que o processo de restauro necessita de mais da metade do sangue de um cavaleiro e, como é sabido, o ser-humano pode morrer se perder mais de um terço de seu sangue. Shiryu resolve se arriscar, eis que sua vida já fora posta à prova uma vez e ele apenas ressuscitou com a ajuda de Seiya, sendo que agora caberia a ele retribuir ao seu amigo, salvando a sua armadura sagrada. Um demoníaco Mu ataca Shiryu e o joga do penhasco. Mas isto não passou de um pesadelo de Seiya, que acorda em sua casa e mostra-se ansioso com o fato de que o dia marcado por Ikki havia chegado.
Shun dá a Seiya e a Hyoga guizos, para que o grupo possa se orientar!
Episódio 11: “Seiya enfrenta o Pégaso Negro”
“Shito! Kyoufu no Kokushi Ken”
Data original da estreia: 27 de dezembro de 1986; no Brasil: 15 de setembro de 1994
Seiya, Hyoga e Shun chegam ao Vale da Morte, na cordilheira de Tateyama. Ao chegarem ao local, são recepcionados pela voz de Ikki, que diz os aguardar na Pedra do Leão, próximo ao campo de Amitaba. Shun dá a Seiya e a Hyoga guizos, para que o grupo possa se orientar. Logo após, os três se separam e tomam rumos diferentes. Seiya permanece no local e pressente a inesperada chegada de Shiryu, porém isso não passou de uma ilusão. Era apenas a urna da armadura de Pégaso. Seiya veste sua armadura e sente que ela está ainda mais poderosa. Inconformado, Seiya percebe a presença de alguém e o ataca. É Kiki, que se sente ofendido ao ser mal recebido pelo Cavaleiro de Pégaso. Kiki explica que Shiryu não tinha condições de trazer a armadura e por isso seu mestre, Mu, o havia enviado para realizar esta missão. Kiki conta também sobre os acontecimentos que levaram Shiryu a doar seu sangue e arriscar sua vida por Seiya, que se sente grato ao amigo e entrega um guizo para que Kiki dê a Shiryu, caso ele retorne de Jamiel, partindo a seguir.
Pégaso Negro acaba atingindo Seiya com a terrível Morte Negra!
Surge o Pégaso Negro, que logo dispara um golpe. Seiya se defende e contra-ataca. O Cavaleiro Negro lança seu Meteoro Negro, derrubando o Cavaleiro de Pégaso, que se levanta e percebe que o espírito de Shiryu habita em sua armadura restaurada. Os dois cavaleiros lançam seus meteoros. Seiya é atingido pelo Meteoro Negro, mas o Pégaso Negro cai derrotado pelo Meteoro de Pégaso. Após recuperar a cintura, antes de posse do Cavaleiro Negro, Seiya houve de um moribundo Pégaso Negro que logo ele também morrerá, tendo em vista que foi atingido em cheio, ao menos uma vez, pelo Meteoro
Negro. Conforme advertido, Seiya logo começara a sentir os efeitos da terrível Morte Negra. Seu corpo começa a pesar e a queimar por dentro e nada que Seiya faça parece amenizar os sintomas. Começam a aparecer pontos negros em seu corpo que se transformam em manchas cada vez maiores. O Pégaso então cai no precipício, junto com as partes da armadura de ouro em seu poder. Longe dali, Hyoga e Cisne Negro se reencontram e prometem travar um tira-teima para ver quem merece ostentar a Cruz do Norte. Cisne Negro dispara a Tempestade Negra de Gelo, que congela a cachoeira local. Contudo, o ar frio do Cisne Negro não surte efeito algum no Cisne, que prende seu oponente com o Circulo de Gelo. Hyoga dispara então um golpe inédito, ainda mais poderoso que o Pó de Diamante, o Trovão Aurora, que arremessa o Cavaleiro Negro para o alto e o congela no topo da montanha. Todavia, para dar uma chance de sobrevivência ao Cisne Negro, Hyoga deixa de congelar sua cabeça e braço direito, mas ao invés disso, Cisne Negro aproveita a deixa e transfere todos os dados gravados por sua retina ao emblema do Cisne, que adornava seu elmo e o teletransporta para Ikki, que recebe a mensagem e agora já sabe como agirá caso venha enfrentar Hyoga. O Cisne Negro morre, cedendo a posse dos ombros da Armadura de Ouro. Hyoga passa perto do vale onde Seiya agoniza, mas parece não sentir a presença do companheiro e parte em direção a Ikki, pois acredita ser o único com poder para derrotá-lo. Hyoga finalmente encontra Ikki e logo parte para cima do líder dos Cavaleiros Negros.
Ikki acabou golpeando o coração de Hyoga após o Cisne Negro revelar como era o golpe do Hyoga!
Episódio 12: “As correntes da amizade”
“Tsukame! Yujou no Nebyura Chen”
Data original da estreia: 10 de janeiro de 1987; no Brasil: 16 de setembro de 1994
Hyoga toma a iniciativa do combate e ataca com o Pó de Diamante, facilmente repelido por Fênix que, utilizando apenas uma mão, devolve o golpe contra o Cisne, que se choca contra as rochas. Ikki o adverte que um golpe usado contra um cavaleiro não pode ser utilizado duas vezes, além de dar ênfase ao fato de que Hyoga não superou a morte de sua mãe. Enquanto Hyoga fica surpreso com a capacidade de Ikki de ler pensamentos, Fênix dispara o Espírito Diabólico, que surte efeito imediato. Cisne tem uma recordação de suas visitas ao túmulo de sua mãe, mas a memória se transforma num pesadelo no momento em que o corpo de sua mãe apodrece, para seu desespero. Hyoga se levanta e desdenha do golpe, alegando que Ikki despertou sua ira e ataca com o Trovão Aurora, que pretensamente congela Fênix no topo da rocha. A Armadura de Fênix aparece desmontada no chão e Ikki surge, desarmado. Ele explica que o Cisne Negro, antes de morrer, lhe enviara o emblema do cisne, objeto onde gravou todas as informações sobre o golpe do Cisne. Hyoga percebe que está paralisado, pois que o Espírito Diabólico dilacerou seu sistema nervoso. Fênix, com as mãos nuas, golpeia o peito de Hyoga, aparentemente varando seu coração. Ikki ensina seu oponente que ele foi derrotado por estar apegado às imagens do passado e que um cavaleiro deve abandonar esses sentimentos no campo de batalha. Antes de morrer, Hyoga mantém o braço direito de Ikki preso em seu peito, bem como o congela. Ikki se preparava para dar o golpe fatal com a mão esquerda, quando Hyoga desaba no chão. Uma cruz aparece de relance, sobre o peito de Cisne. Ikki toma as duas partes da armadura que estavam com Hyoga. Entediado, Kiki resolve assistir às batalhas, mas é surpreendido pela chegada de um homem: é Shiryu, que prova estar vivo, para a felicidade do aprendiz de Mu. Shiryu decide participar da luta, mas Kiki o lembra que ele não pode sangrar, pois isto poderia ser-lhe fatal, conforme advertido por Mu e lhe entrega o guizo dado por Seiya.
Shiryu toma o lugar de Shun na batalha, permitindo ao companheiro partir em socorro de Seiya!
Cada vez mais fundo no abismo, o corpo de Seiya está completamente tomado pela Morte Negra. Shun passa perto do local e ouve o som do guizo e encontra Seiya à beira da morte. Seiya começa a delirar e houve a voz de sua mestra falando com seu cosmo, lhe encorajando. Shun lança suas correntes para resgatar o amigo. Neste momento, Shun é surpreendido por um ataque de correntes: surge o Andrômeda Negro que explica sobre a condição de Seiya e, considerada sua condenação, Shun deveria esquecê-lo. Shun está dividido entre salvar Seiya ou enfrentar o inimigo, que se aproveita da situação. As Correntes Negras se transformam em serpentes que parecem picar o Cavaleiro de Andrômeda. Surge o Dragão Negro, que revela que Shun é irmão de Ikki, assim como ordena ao companheiro que termine logo com batalha, sendo prontamente atendido. As serpentes negras cobrem completamente o corpo de Andrômeda e o sufocam. Percebendo que seu amigo está em apuros, Seiya corta a corrente que o segurava e, para o desespero de Shun, afunda ainda mais no vale da morte. Diante da impossibilidade de resgatar Seiya desta vez, Shun concentra seu cosmo e se livra de todas as serpentes, que tornam a ser correntes, para então contra-atacar com sua Corrente Nebulosa, o que fatalmente derrota Andrômeda Negro e recupera o corpo da armadura de ouro. O Dragão Negro parabeniza Andrômeda pela vitória e lhe oferece o peitoral, parte que lhe coube proteger, a qual, somada às duas partes em sua posse e às três detidas por Seiya, totalizam 6 das 9 partes da armadura. Assim, o vencedor desta batalha entre eles ficará com 2/3 da armadura de ouro. Para a surpresa de Dragão Negro e alegria de Shun, surge diante deles o Cavaleiro de Dragão. Shiryu toma o lugar de Shun na batalha, permitindo ao companheiro partir em socorro de Seiya. O Dragão Negro tenta impedi-los, mas Shun consegue descer para resgatar o Cavaleiro de Pégaso. Dragão Negro não entende a razão pela qual alguém arrisca sua vida para salvar um moribundo e Shiryu explica que isso se chama amizade. O confronto entre os dragões é latente e inevitável.
Shiryu utiliza o Cólera do Dragão e volta a sangrar!
Episódio 13: “As façanhas explosivas”
“Moe Agare! Honou no Ichigeki”
Data original da estreia: 17 de janeiro de 1987; no Brasil: 19 de setembro de 1994
Shiryu e Dragão Negro entram em combate. Um pequeno arranhão, causado pelo adversário, e seguido de sangramento, faz Shiryu se recordar dos conselhos de Mu a respeito dos riscos decorrentes da hemorragia, lembrança que o faz lutar na defensiva. O Dragão Negro percebe a estratégia do rival e aproveita para castigá-lo ainda mais. Com seu golpe Furacão do Dragão Negro, Shiryu é lançado para longe. Os dois cavaleiros discutem a respeito da amizade, cada qual defendendo seu ponto de vista. Enquanto Shiryu está desmaiado, Dragão Negro aproveita para tomar a corrente de Andrômeda nas mãos, com o objetivo de quebrá-la e, com isso, dar um fim em Shun e Seiya. Shiryu se levanta e recorda das aulas de seu mestre, que lhe explicara que o Cólera do Dragão costuma provocar uma inversão do fluxo sanguíneo, nas veias daquele que o dispara. Portanto, usá-lo neste momento, poderia ser extremamente perigoso, pois, devido ao seu estado físico debilitado, um colapso capilar poderia ser fatal. Inobstante a isso, Shiryu resolve usar seu golpe e chama o Dragão Negro para o combate. Ele retira sua armadura e então surge em suas costas, a tatuagem do dragão. Os dois cavaleiros se projetam e lançam seus golpes, prevalecendo o de Shiryu, que vence a luta, mas a seguir desmaia, com parte de seu sangue esparramado pelo chão.
Dragão Negro resolveu voltar a acreditar na amizade e salvou Shiryu da morte!
Shiryu acorda e ouve a voz do Dragão Negro que, para sua surpresa, ainda está vivo. O Dragão Negro, de frente para Shiryu, se coloca em posição para disparar seu golpe e o dispara. Sem forças, Shiryu imagina que chegou seu fim, mas supreendentemente Dragão Negro dispara um golpe que fura o peito
de Shiryu, que contém o sangramento. De fato é uma aplicação de cura num ponto vital, que faz o sangue de Shiryu estancar imediatamente. Agora é o Dragão Negro quem está à beira da morte. Indagado por Shiryu sobre o motivo de salvar-lhe a vida, Dragão Negro responde que foi pelo fato de que resolveu acreditar na amizade, conforme defendido por Shiryu. Mas é tarde demais, já que o Dragão Negro morre nos braços de Shiryu, por ferimentos decorrentes do Cólera do Dragão. Shiryu parte em direção de Shun e Seiya, para ajudá-los. O estado de saúde de Seiya é alarmante e seu corpo está completamente tomado pela Morte Negra. Para o espanto de Shun, Shiryu fura o peito de Seiya, a ponto do Cavaleiro de Andrômeda tentar detê-lo. Shiryu explica que pretende atingir os 13 pontos cósmicos ou vitais de Seiya (correspondentes às 13 estrelas da constelação de Pégaso), com o objetivo de fazer escorrer o sangue contaminado, por meio de perfurações na pele de seu amigo e assim procede até o fim. Encerrado o processo, Shun e Shiryu partem em direção de Ikki, deixando Seiya para trás e levando consigo seis partes da armadura de ouro. Ikki surge diante dos dois e revela que matou o Cisne. Shun ataca um atônito Shiryu e se rende a Ikki, oferecendo sua vida para que a batalha entre eles tenha um fim. Num primeiro momento Ikki pensa que Shun traiu seus amigos para se juntar a ele, mas logo percebe que Shun continua o mesmo de sempre e o ataca violentamente. Ikki se prepara para dar o golpe fatal em Shun, mas é surpreendido por Seiya, que surge envergando novamente a armadura de Pégaso e com a energia revigorada. Seiya dispara seus meteoros, mas mostra que ainda está debilitado, sendo que seus golpes sequer atingem Fênix, que se prepara para revidar.
Ikki golpeia novamente o coração do Hyoga, que acaba salvo pela cruz do norte!
Episódio 14: “A derrota do Espírito Diabólico”
“Yaburetari! Genma Ken”
Data original da estreia: 24 de janeiro de 1987; no Brasil: 20 de setembro de 1994
Ikki se prepara para atacar Seiya, mas é pego de surpresa pela aparição de Cisne, quem ele supunha haver matado. Shiryu se recupera e agora Ikki está cercado pelos demais Cavaleiros de Bronze. Ele desdenha da situação e se prepara para atacar Shun, que tenta fazê-lo lembrar de sua promessa de retorno, dada há 6 anos. Antes que Ikki atacasse seu irmão, Hyoga se interpõe e chama Ikki para o combate. Os dois voltam a se provocar e atacam. Hyoga ataca com o Pó de Diamante, enquanto Ikki dispara o Espírito Diabólico. O sol reflete na joia emitida pelo coração de Hyoga e forma uma barreira de gelo. Ikki tem seu ataque repelido por esta barreira, a qual reflete como um espelho, o Espírito Diabólico, e agora é ele quem está paralisado e aparenta sentir os efeitos de seu próprio golpe. De fato, Fênix tem uma ilusão pela qual os Quatro Veteranos o traem e se voltam contra ele, que cai derrotado. De volta à realidade, Ikki continua paralisado e Hyoga explica aos demais que a alma de Fênix foi despedaçada. Hyoga aproveita a chance para disparar o golpe fatal em Ikki. Porém ele é detido por Shun, que prende o braço do Cisne com sua corrente. Ikki reage e contra-ataca, tornando a golpear Hyoga novamente no peito. Ao retirar sua mão, Ikki percebe algo enrolado a ela: é o rosário da cruz do norte, o qual Hyoga explica que fora um presente de sua mãe. Esta era a razão pela qual Ikki não conseguira atingir o coração do Cisne nas duas oportunidades. Fênix desdenha do objeto e o destrói. Hyoga quer saber o porquê do Espírito Diabólico não ter despedaçado a alma de Ikki, que responde que isso se deu pelo fato da alma dele já estar destruída há muito tempo. Com um simples bater de asas, Ikki arremessa os quatro cavaleiros para bem longe.
Seiya contou com a ajuda dos seus amigos para vencer Ikki de Fênix!
Os Cavaleiros de Bronze estão todos no chão, desacordados, exceto um. É Seiya, que foi protegido pela armadura de ouro de Sagitário, que aparece remontada e completa, exceto pela máscara, ainda na posse de Ikki. Seiya ataca com seus meteoros, os quais parecem surtir efeito contra Fênix pela primeira vez. Os dois atacam e os poderes parecem se equivaler, mas novamente Seiya se sobressai. Ikki parece acuado e tem sua armadura completamente desintegrada e transformada em cinzas, para seu completo desespero. Desarmado, os golpes de Seiya derrubam Ikki, mas algo inesperado acontece. Assim como a ave que batiza sua constelação, Fênix tem sua armadura totalmente restaurada, literalmente ressurgida das cinzas. É um poder que Seiya jamais havia testemunhado. Ikki, com a armadura regenerada e mais poderosa do que nunca, volta a ter o controle do combate. Ikki ataca Seiya, mas desta vez o golpe é bloqueado pelo escudo do Dragão, que saiu do braço esquerdo de Shiryu e agora protege o cavaleiro de Pégaso. Fênix ataca novamente, mas desta vez é contra-atacado pela corrente de Andrômeda. Uma imagem aparece atrás de Seiya. São os cosmos de seus amigos e da armadura de ouro, que unidos, protegem o Pégaso contra Fênix, um lobo solitário, como gosta de se identificar. Ikki ataca com seu Ave Fênix e Seiya revida com seus Meteoros de Pégaso, que desta vez são reforçados pelo Pó de Diamante. Juntos, os dois golpes atingem Fênix e o derrota. Ikki tem uma recordação de seu treinamento e finalmente reconhece sua derrota, já que não possui mais ninguém sob o seu comando. O fator determinante para a derrota de Fênix foi o fato de Seiya possuir amigos e foi a força dessa amizade que lhe favoreceu no combate contra Ikki, um cavaleiro que renunciou a este sentimento. Shiryu, Shun e Hyoga se levantam. Ikki desaba e Seiya pergunta a ele sobre o que aconteceu na Ilha da Rainha da Morte, o que Fênix se limita a dizer ser uma verdadeira sucursal do inferno, na Terra.
Ikki lembra da época do seu treinamento, quando o seu mestre Guilty matou Esmeralda e despertou a sua ira para se tornar o Cavaleiro de Fênix!
Episódio 15: “O segredo de Fênix”
“Ima Akasu! Ikki no Nazo”
Data original da estreia: 31 de janeiro de 1987; no Brasil: 21 de setembro de 1994
Ikki se recusa a contar os detalhes e ataca Seiya, que reage, acertando um golpe no rosto do cavaleiro de Fênix. Seiya e Shun insistem que Ikki compartilhe seus ressentimentos, o que desencadeia em Fênix reviver os terríveis dias em que sofreu em sua estadia naquela maldita ilha. No flashback de Ikki, somos levados ao duro treinamento a que era submetido o futuro cavaleiro de Fênix, onde seu mestre, Guilty, o Cavaleiro do Diabo, lhe ensinava, além das artes marciais, a odiar a tudo e a todos. Mesmo estando ali há quase 4 anos, Ikki ainda não aprendera totalmente esta lição, o que faz com que seu mestre o castigue ainda mais. No intervalo de um treino e outro, Ikki tem suas feridas tratadas pela filha de seu mestre, Esmeralda, cujos traços o faziam lembrar-se de seu irmão, Shun. Temendo a reação do Cavaleiro do Diabo, Ikki aconselha Esmeralda a parar de ajudá-lo. A jovem responde que ela só tem a Ikki no momento, já que seu pai havia mudado muito depois de sua última visita ao Santuário e a adoção da máscara do Diabo. É chegado o dia em que Ikki terá que lutar pela sua vida e, em caso de sobrevivência, seria honrado com a sagrada armadura de bronze de Fênix, a qual jamais havia sido usada por um cavaleiro, desde os tempos mitológicos. Começa o combate e Ikki tem que derrotar seu mestre para receber o título de cavaleiro e isto implica em matar seu mestre ou morrer e ser enterrado na ilha. Ikki está hesitante em atacar, fato que irrita seu mestre, que torna dizer que somente o ódio por seus amigos, pela Fundação Graad e principalmente por seu irmão, que fez com que ele fosse obrigado a treinar na Ilha da Rainha da Morte, é que fará com que ele se torne verdadeiramente forte e apto a envergar a poderosa armadura de Fênix. Guilty sugere que Ikki odeie até mesmo a ele, mas isto também não surte efeito, já que sente um grande respeito por seu mestre. Então acontece um fato que muda completamente o destino: Guilty dispara um golpe, que atinge de raspão no rosto de Ikki (e que lhe causa uma cicatriz entre os olhos) e culmina com um golpe certeiro, que atinge o peito de Esmeralda, que observava a tudo, escondida. Ikki se desespera e toma sua amada nos braços. Esmeralda pede a Ikki que perdoe seu pai e siga em frente, como um grande cavaleiro, morrendo a seguir. Guilty desdenha de sua filha, imputando a seu aprendiz e à sua fraqueza, a responsabilidade pela morte de Esmeralda, fato que revolta Ikki, que parece adotar uma postura diferente. O sangue de Ikki
parece ferver de ódio por seu mestre, fazendo-o atacar com raiva, com uma série de golpes que culminam com um golpe fatal, que atravessa o coração do Cavaleiro do Diabo e finalmente o derrota. Neste momento Ikki se torna o cavaleiro de Fênix, ancorado por um forte sentimento de ódio contra a sociedade.
O gigante Dócrates surgiu para roubar a Armadura de Ouro de Sagitário!
Seiya, Hyoga e Shun tentam convencê-lo a se aliar a eles, mas Ikki novamente rejeita a proposta. Ikki começa a sentir a visão ficar embaraçada. Seiya insiste em ajudar Ikki, que responde que o fato dele ter sido derrotado não significa o fim da luta e insinua que o Santuário é quem está por trás de suas atitudes. Neste momento um terremoto atinge o Vale da Morte e armadura de Sagitário parece que vai cair no penhasco. Porém, cavaleiros trajando armaduras negras aparecem e levam as 8 partes da armadura de ouro. Seiya entende que são cavaleiros negros, mas Ikki avisa que todos os cavaleiros negros foram derrotados, sendo ele o último vivo. Os cavaleiros misteriosos confrontam os Cavaleiros de Bronze. Ikki também cai no penhasco e Shun lhe oferece sua corrente, além de pedir perdão ao irmão pelos fatos do passado. Ikki se rende e finalmente aceita ajuda de seu irmão, sendo tocado pelo sentimento de Shun. Sob a neve, Ikki pede perdão pelo seu passado sangrento. Surge o gigante Dócrates, o qual é reconhecido por Ikki e por Seiya, que se lembra de sua fama como o cavaleiro de maior força física do Santuário. Ikki adverte os cavaleiros para fugirem, pois o poder de Dócrates era imenso. Dócrates ataca com seu Meteoro de Hércules, os quais provocam duas gigantescas crateras, para o espanto de todos. Dócrates pergunta se Ikki havia recuperado a máscara da armadura de ouro. Ikki nega estar com ela, para a seguir entregá-la a Seiya, deixando o gigante cavaleiro furioso com a traição de Fênix (ou seja, Ikki havia roubado a armadura sob as ordens do Santuário). Antes que Dócrates disparasse outro golpe, Ikki se adianta e lança seu Ave Fênix, destruindo a montanha sob a qual Dócrates estava e aparentemente matando seu oponente. Uma avalanche desce a montanha e carrega os cavaleiros de
Dócrates. Os quatro cavaleiros conseguem fugir, porém Ikki é soterrado e morre, para desespero de Shun, que finalmente havia acreditado ter reencontrado seu irmão e que agora poderiam ser felizes. Longe dali, Seiya e os demais fazem o enterro simbólico de Ikki, sob o pé de uma cruz. Seiya promete recuperar as outras 8 partes da armadura de ouro em homenagem a Ikki e Hyoga entrega ao outrora inimigo, sua cruz do norte. Kiki, que ainda estava no Vale da Morte, presencia o funeral.
Próxima Terça CDZ: O rapto de Saori: O Gigante Dócrates
VAMOS ELEVAR O COSMO – VALEU!
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